Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

Jornalistas Responsáveis:

Marco Berringer
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marcopaulo@libris.com.br

Ana Carolina Esmeraldo
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Grandes e conhecidas empresas se transformam em boa
referência do Programa de Benefício em Medicamentos 
(PBM) aqui no Brasil. De acordo com a PBMA - 
Associação Brasileira das Empresas Operadoras de PBM,
dos 2,5 milhões de funcionários que atualmente recebem
subsídio dos empregadores para a compra de remédios 
por meio do programa, a maioria trabalha para empresas 
de grande porte, como a Oi, Petrobras, IBM, Unilever e 
Nestlé, por exemplo.  

“Essas grandes empresas contribuem significativamente 
para a popularização do PBM, fazendo com que empresas 
menores percebam suas vantagens. Acreditamos que esse 
reconhecimento também as levará a aderir ao programa, 
aumentando a população de beneficiários no país. É só 
uma questão de tempo”, diz Luiz Monteiro, presidente da 
PBMA. Nos Estados Unidos, onde as empresas já oferecem
o PBM a seus funcionários desde a década de 1980, já 
são mais de 200 milhões de beneficiários, hoje. 

Monteiro conta que uma das principais vantagens para a 
empresa é a redução do absenteísmo entre os funcionários. 
“Há muitos casos em que o empregado passa por consulta 
médica, faz todos os exames necessários, tem o problema 
diagnosticado e o tratamento prescrito pelo médico. Mas 
não consegue segui-lo, porque não dispõe de dinheiro 
para comprar os remédios até a conclusão do tratamento. 
Depois, o problema retorna e o empregado, então, volta 
também a faltar”, diz o presidente da associação.

Com o PBM, o acesso da população aos medicamentos é 
facilitado. “Hoje, as principais redes de farmácias do país 
participam desse programa”, conta o diretor. Levantamento 
realizado pela PBMA indica que as empresas nacionais 
subsidiam, em média, cerca de 50% do valor do remédio. 
O benefício pode vir, por exemplo, descontado da folha de 
pagamento do funcionário. “Mas existem outras opções. 
O RH das empresas pode escolher qual a mais adequada.”

A expectativa da PBMA é de que, num prazo de até cinco 
anos, o número de empregados beneficiados com o subsídio 
de medicamentos chegue a 20 milhões no Brasil. 


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