Renomadas empresas 
inspiram adesão ao 
Programa de Benefício
em Medicamentos

Empresas incentivam 
funcionários a largar
o cigarro e a tomar 
cuidados com a saúde

Falta de recursos induz
a uso equivocado de 
medicamentos

Tem remédio para a 
saúde ?

Remédios ficarão mais 
caros no final do mês

Benefício concedido a 
funcionários pode evitar o
consumo de remédios 
falsificados

Uma dose de boa vontade 
para a saúde no Brasil

Programa de Benefício em 
Medicamentos pode ajudar
a desonerar gastos do INSS
com doenças do trabalho

PBM inibe a automedicação e
ajuda a reduzir os possóveis
riscos à saúde

Subsídio a remédios reduz custo
das empresas com saúde de 
funcionários

Subsídio para  compra de 
remédios deve beneficiar 6 
milhões de empregados no Brasil
até o fim do ano

Pesquisa revela satisfação do RH 
de 120 empresas com Programa 
de Benefício em Medicamentos

Benefício em medicamentos 
promove estilo de vida mais 
saudável para os funcionários

Empresa que subsidia remédios 
reduz número de faltas entre os 
empregados

PBM ajuda reduzir gastos com 
remédios, maior despesa com 
saúde entre brasileiros

Maior interesse de funcionários 
por benefícios estimula planos 
empresariais para medicamentos

Incentivo fiscal por 
funcionários mais saudáveis

Associação defende incentivo 
fiscal para que empresas 
subsidiem remédios a 
funcionários

Subsidiar remédio para 
funcionários é estratégia que 
ganha impulso no Brasil



Ex-Libris Comunicação Integrada

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O Brasil já tem dois milhões de pessoas que recebem alguma
ajuda da empresa onde trabalham para comprar remédio por
meio do Programa de Benefício em Medicamentos (PBM). 
Mas Luiz Monteiro, presidente da Associação Brasileira das 
Empresas Operadoras de PBM (PBMA), defende que o número
de empregados beneficiados com subsídio por parte do 
empregador seria muito maior se o governo implantasse uma
política de incentivos fiscais para as empresas que 
adotassem o programa.

Ele se escuda em pesquisa realizada pelo setor entre 120 
empresas de diversas áreas de atuação e diferentes regiões 
do país, que juntas somam mais de 520 mil empregados e 
faturamento anual superior a R$ 236 bilhões – valor 
equivalente a 8% do nosso PIB (Produto Interno Bruto). 
“Mais de 80% dos gestores entrevistados disseram que 
ofereceriam esse benefício aos seus funcionários se 
houvesse algum tipo de incentivo fiscal para a empresa, 
como acontece, por exemplo, com o PAT (Programa de 
Alimentação do Trabalhador)”, afirma Monteiro.

 O benefício garante aos funcionários maior adesão ao 
tratamento prescrito pelo médico. “Em muitos casos, as 
pessoas interrompem o tratamento porque não têm mais 
dinheiro para comprar os remédios”, diz o presidente da 
PBMA. É o que realmente acontece, segundo levantamento
realizado pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, 
que aponta que a falta de condições financeiras 
compromete o tratamento médico de 51,7% da população 
brasileira. “Estudos também mostram que os 
medicamentos distribuídos gratuitamente pelo governo, 
pelo Programa Farmácia Popular, não são suficientes para 
atender a toda a demanda”, completa.

Em algumas empresas, o subsídio pode chegar a 100% do 
valor dos remédios, mas a média nacional é de 
aproximadamente 50%, segundo a PBMA. A empresa 
também se beneficia por ter funcionários mais saudáveis. 
“Com essa contribuição, os funcionários têm mais chances
de seguir corretamente o tratamento, reduzindo o nível de 
absenteísmo e aumentando a produtividade. O funcionário 
saudável rende mais e falta menos”, garante o presidente 
da associação. Por outro lado, a empresa diminui os 
índices de sinistralidade e também os custos com saúde. 

 “Com a queda de investimentos públicos nessa área, a 
iniciativa privada ganha extrema importância e deveria 
ser estimulada pelo governo”, conclui Monteiro.



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